Atendimentos clínicos
No Entrelugar, a orientação clínica do nosso trabalho se faz no um a um, ou seja, a partir e respeitando a singularidade de cada pessoa. Nessa direção contamos em nosso corpo clínico com profissionais da área de psicologia, psicanálise, psicopedagogia, sexologia, reconexão com o feminino (terapia holística).
Psicologia Clínica
A psicologia clínica/psicoterapia é a prática do psicólogo que se constitui, teórica e tecnicamente como um processo científico de compreensão, análise e intervenção que se realiza através da aplicação sistematizada de métodos e técnicas psicológicas, pela prática e pela ética profissional, promovendo a saúde mental e propiciando condições para o enfrentamento de conflitos e/ou transtornos psíquicos de indivíduos ou grupos.
Psicanálise
Desde Freud, passando por Lacan, a psicanálise é uma práxis que escuta o que está nas entrelinhas daquilo que é dito, ou seja, a psicanálise se dedica a tratar o sofrimento psíquico a partir da escuta e análise do inconsciente. Assim, trata o sofrimento psíquico a partir da associação livre de palavras que ao serem pronunciadas vão deslizando de significante em significante, levando o analisante, nesse percurso, a encontrar um saber-fazer com o mal-estar ou o sintoma que o atravessa.
Psicopedagogia
A psicopedagogia é uma área do conhecimento que tem como objetivo estudar, compreender e intervir no processo de aprendizagem, considerando todas as variáveis que intervém no processo. Possibilita esse cuidado às crianças, adolescentes e adultos.
Ciclo Integrativo (Terapia Holística)
O ciclo integrativo é uma metodologia da terapia holística, ou seja, um cuidado complementar que não exclui as terapias convencionais, mas complementa as demais. Baseia-se principalmente em métodos de relaxamento, alívio de pontos gatilhos, manipulação de energias e mudanças nos hábitos de vida e obtém como resultado uma vida saudável, bons relacionamentos consigo e com os outros, satisfação profissional e compreensão do ser humano como parte importante e única do todo.
Vamos refletir
Alterações de humor, sensibilidade nos seios, fadiga, irritabilidade e depressão. Advinha de quem estamos falando? Sim, dela mesma, nossa amiga T.P.M. Não é ironia, ela é a melhor amiga da mulher, embora nossa cultura moderna a considere um fenômeno negativo dando a ela o termo depreciativo de “tensão pré-menstrual”. A tensão ocasionada neste período não é uma regra e sim um sintoma de que o ritmo de vida e os comportamentos precisam de uma reavaliação.
A T.P.M faz parte da última fase do ciclo menstrual (que são 4) que é a fase pré-menstrual, ou seja, a fase que encerra um ciclo, e como qualquer ciclo que se encerra, faz-se necessário uma avaliação criteriosa para o que precisa ser deixado para trás, o que deve ser mantido ou transformado e o que precisa nascer no novo ciclo. Os incômodos ocasionados nesta fase são uma forma de comunicação do corpo e vão se intensificando e se repetindo até que seja dada a eles a devida atenção. Cada desconforto físico e alterações de humor, além de estarem relacionados aos nossos hormônios, alimentação e estilo de vida, trazem também mensagens que nos apontam o que precisamos trabalhar em nós, para que eles não precisem voltar mês após mês.
E por que ninguém fala disto?
Porque fomos ensinadas a rejeitar nossa natureza, nossos ciclos, luas, amor próprio e toda nossa ancestralidade, para assumir um papel de heroína que desconhece que sua força é justamente o que é rejeitado e tido como fraquezas como a intuição, o sentir, a criatividade, a colaboração e o fluir pela vida.
Mas como não ser heroína em um mundo acelerado, competitivo e masculinizado?
Não é deixando de ser a heroína, mas assumir uma heroína humana e aprender a acessar as potências que nosso corpo carrega e que ainda são um mistério tanto para nós, quanto para a sociedade moderna. Compreender que somos lua! Mudamos de fases para nos apropriarmos de características diferentes e potentes a cada semana do ciclo menstrual!
E esta compreensão, que nada mais é que um caminho de volta para si mesma não precisa ser sozinho. Você pode contar com o auxílio do ciclo integrativo que irá lhe ajudar a desvendar tudo isso e a fazer as pazes com o seu feminino, numa jornada de autoconhecimento que levará a ter autonomia em desvendar as raízes emocionais e físicas de suas irregularidades, usando o ciclo menstrual como um guia.
A construção do saber é um processo contínuo e se dá em um percurso. E mesmo quando se aprende sozinho (o autodidata, por exemplo) não é sem os outros. Ou seja, o ato de formação se dá no encontro, quando o desejo de saber se enlaça ao desejo de ensinar. É nesse sentido, que fazemos essa oferta de formação continuada, aqui, na Entrelugar. Um espaço de trocas entre os saberes e ofícios diversos. Aqui você vai encontrar cursos on-line e presenciais; núcleos de investigação e pesquisa; e-books; enfim, uma variedade de enlaçamentos possíveis.
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